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sábado, 8 de janeiro de 2011

ÉPOCA DE VIRADA

Segue reportagem publicada no último dia de 2010, em que discuto as intensas transformações na indústria musical na década que se encerrou semana passada.


ÉPOCA DE VIRADA


Hoje, dia 31 de dezembro de 2010, fecha-se uma década marcada por intensas transformações de paradigmas na indústria da música. Enquanto há dez anos o Metallica entrava na justiça para tentar impedir o Napster (pioneiro site de compartilhamento de dados), hoje a grande maioria dos músicos espalhados pelo mundo se beneficia de tudo que a internet pode oferecer a quem quer divulgar sua arte.

MySpace, Youtube, Last FM, iMúsica, PalcoMP3 e Torrentz são alguns sites criados ao longo dos anos 2000 que permitiram que qualquer pessoa tenha acesso a todo tipo de música – tanto de forma legal quanto ilegal. Aparelhos portáteis que tocam Cds se tornaram arcaicos. Hoje é possível ouvir centenas de faixas dos artistas preferidos pelo celular ou carregar discografias completas em iPods.

A venda física de Cds declinou vertiginosamente. Um exemplo: a banda Jota Quest, uma das mais populares do país há mais de 15 anos e um dos principais nomes da gigante Sony Music, viu seu “De Volta ao Planeta” (1998) ter uma tiragem de 1, 5 milhão de cópias. Já o seu último álbum, “La Plata” (2008) vendeu 150 mil exemplares – número muito bom para a atualidade. O fato se repetiu com todos artistas famosos, de Marisa Monte a Zezé di Camargo & Luciano.

Só a pirataria não justifica tal queda. A popularização do acesso ao computador foi uma grande responsável pelo fenômeno, já que um único disco pode ser reproduzido em incontáveis computadores (um adolescente pode muito bem gravar cópias para seus amigos por meio de Cds virgens comprados por menos de R$ 1). Além disso, há os diversos sites de compartilhamento na rede. Com a grande oferta de banda larga, a discografia de um artista de vida longa (como os Rolling Stones, por exemplo) pode ser baixada em poucas horas.

Ter gravadora deixou de ser o grande sonho de boa parte dos artistas brasileiros. São inúmeros os casos de famosos da MPB que passaram a trabalhar de forma independente – Elba Ramalho, Alceu Valença e Zeca Baleiro são alguns exemplos – e outros tantos que conquistaram o sucesso nacional de forma independente. graças à divulgação pela rede – como Mombojó, Móveis Coloniais de Acaju e Autoramas.

Há mais de 45 anos atuando na indústria musical, Pena Schmidt (hoje diretor do Auditório Ibirapuera, em São Paulo) enxerga com muitos bons olhos as mudanças de paradigmas dos últimos anos. “Tivemos um século inteiro de música gravada em suportes físicos, como vinis e Cds, e agora temos algo totalmente diferente. Antes a sociedade se relacionava com a música tendo a indústria fonográfica como intermediadora. Eram as gravadoras que escolhiam o que íamos ouvir”, afirma.

Segundo ele, o filtro continua a existir, mas atualmente de outra forma. “Hoje são os festivais de rock, as casas noturnas, os auditórios de shows que fazem as escolhas. Aumentou consideravelmente o leque de ofertas”.

Os festivais de música ganharam novo sentido no século XXI. Bastante cultuados nos anos 1960 e decadentes nas décadas seguintes, nos anos 2000 os festivais passaram a ser fundamentais para a circulação de artistas independentes. Claro que há muitos festivais do mainstream ainda no país – caso do Rock in Rio, que volta com força total no ano que vem – , mas aqueles que oferecem novidades estéticas são os do cenário indie – como o Jambolada, em Uberlândia, o Coquetel Molotov, em Recife, e o Goiânia Noise, em Goiás.

“Cada festival tem um compromisso com a cena local, permitindo ser uma vitrine para os artistas da cidade. As rádios não são mais as referências para quem busca novidades, mas sim nos festivais. São nesses eventos que os músicos ganham destaque. Lucas Santtana, por exemplo, antes de ficar famoso em todo o país, viajou por vários festivais brasileiros”, conta Talles Lopes, organizador do Jambolada e presidente da Associação Brasileira de Festivais Independentes a partir de 2011.

O respeitado produtor musical Béco Dranoff (responsável pelo sucesso internacional de Bebel Gilberto, Bossacucanova, entre outros) acredita que a gratuidade da música via internet tem sido muito importante para a ampliação e divulgação da produção musical brasileira. “Isso é fundamental para um país continental, em que circular é tão difícil”, diz.

Segundo Dranoff, as grandes empresas da indústria musical foram as primeiras a sofrer com as transformações impostas pela popularização da internet, mas também foram as que tiveram de dar os primeiros passos na adaptação à nova realidade. “As gravadoras entenderam que não dá para mudar a situação e tiveram que aderir. As produtoras compreenderam que pela internet é possível gerar negócios. A música deixou de ser um objeto para ser arte a ser admirada em qualquer suporte”.

O impacto maior foi para os artistas, de acordo com Dranoff. “Nunca houve tanta música sendo feita no mundo. A destruição do modelo antigo permitiu uma grande abertura. Mas ainda estamos no meio de um processo. No exterior, o trabalho está mais adiantado. Ao ponto de uma banda como Radiohead permitir que o próprio público desse o preço pelo disco”, conta o produtor, acreditando que, na década que se inaugura a partir de amanhã, os brasileiros vão aprender a dar maior valor ao download pago.


As gravadoras também tiveram que se adequar às transformações. De acordo com Fábio Silveira, gerente de negócios da Deckdisc, as empresas tiveram que diversificar os serviços prestados aos músico. Além da realização e distribuição de discos, agora deve-se cuidar da agenda de shows, do marketing, dos direitos autorais, da disponibilização de dados pela internet. “A Deckdisc é hoje, ao mesmo tempo, gravadora, editora e responsável pelo agenciamento”, conta.

A Deckdisc também tem provado ao mercado, no final desta década, que mesmo com o crescimento da música virtual, ainda há muitas pessoas interessadas no suporte físico. O vinil, que parecia fadado a morrer no Brasil, tomou novo fôlego em 2010 com a reabertura da Polysom em Belford Roxo. O retorno da produção de LPs foi uma aposta de João Augusto, dono da Deck e da Polysom. Um investimento que parece estar dando resultado. “O vinil de 'Chiaroscuro', da Pitty, já está na segunda prensagem e temos recebido muitos pedidos de todos os discos lançados. Só não fazemos mais mais porque os impostos são muitos altos. Enquanto os Cds são fabricados na Zona Franca de Manaus (região livre de vários impostos), os vinis são feitos no Rio de Janeiro. Cerca de 60% do valor final do LP é referente a impostos”, explica Fábio Oliveira.


sexta-feira, 16 de julho de 2010

Vício?

Fiquei dez dias sem meu computador. Há alguns anos, isso não seria um problema. "Já passo o dia todo em frente ao computador. Por que vou fazer isso em casa?", eu costumava dizer.
Mas hoje a história é outra. Não sei bem se é culpa da minha quietude - afinal, agora tenho que ficar em casa em praticamente todas as noites - ou se fiquei viciada mesmo. Só sei dizer que ficar longe do Twitter por muito tempo ou ficar sem poder carregar minhas fotos são motivos para me deixar bem incomodada.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Funcionário 2.0

Confiram a minha matéria que nós publicamos semana passada:

Os jovens que estão chegando ao mercado neste momento possuem um perfil muito diferenciado das gerações anteriores. Chamados de nativos digitais, eles têm contato com o computador e a Internet desde a infância e veem o mundo de forma totalmente diferenciada. Seu repertório intelectual não está relacionado apenas aos livros, suas redes de amizade não existem apenas no universo real. O intenso contato com o mundo virtual influencia os hábitos e pensamentos dessas pessoas de tal forma que o mercado de trabalho precisa se preparar para recebê-las da maneira mais eficiente possível.
De acordo com a gerente responsável por Recursos Humanos da empresa de consultoria Everis Brasil, Tabatha Dutra, as empresas ainda não estão preparadas para receber os nativos digitais entre seus funcionários. "Eles chegaram nas companhias causando muito tumulto, principalmente entre as lideranças, que não estão adaptados para trabalhar com essa geração. Os jovens chegam ao mercado dominando todas as ferramentas da Internet e se deparam com políticas empresariais que bloqueiam vários sites", afirma Tabatha.
Segundo a consultora, nas empresas em que os nativos digitais já estão atuando, pode-se notar transformações como a mudança na percepção da privacidade (pois em muitos casos a identidade pessoal está ligada à informação digital, com uso de redes sociais) e a necessidade de maior autonomia por parte dos subordinados.
Para não deixar que as vantagens trazidas pelos nativos digitais se percam em regras ultrapassadas, os empresários precisam investir num serviço de coaching, que irá orientá-los sobre como lidar com o novo perfil de funcionário. "Mostramos aos líderes como podem extrair o melhor desses jovens. Reavaliar a visão sobre as tecnologias é fundamental. As empresas veem as mídias sociais como distração e não entendem como podem ser importantes ferramentas para trocas de informações", diz Tabatha.
Como exemplo de profissional que pode ter seu trabalho beneficiado pelo acesso livre da Internet, a consultora cita os programadores de sistemas. "Esses profissionais dependem de códigos para realizar seus trabalhos. Se eles não têm um manual à mão, pode acessar a Internet para fazer um download ou receber a orientação de algum colega por meio de um site de relacionamentos", explica.
Por buscar soluções de forma dinâmica, utilizando todas as ferramentas que estão disponíveis na Web, o nativo digital se revela como um profissional que consegue resolver questões com uma velocidade maior do que as pessoas mais experientes. Por isso, é fundamental que as empresas potencializem o trabalho do jovem internauta no cotidiano, em vez de reprimi-lo com impedimentos.
Universidades estão atentas a essa novidadeDe acordo com Tabatha, os nativos digitais geralmente são jovens que nasceram nos anos 1990 e cresceram rodeados por computadores, laptops, Internet, celulares, etc. Porém, o termo engloba qualquer indivíduo que interage de forma natural com a tecnologia, independentemente da idade.
O impacto causado pela chegada dos nativos digitais ao mercado de trabalho é tão grande que o assunto já está sendo tratado nas universidades. No meio acadêmico, há um debate sobre os métodos e a forma de educação para esses estudantes, já que muitos dominam as novas ferramentas tecnológicas melhor que seus próprios professores.
"Esses jovens chegam numa companhia muito dispostos a aprender. Mas a absorção de informações é muito rápida e dinâmica. Assim, quando o nativo digital já adquiriu o conhecimento, ele logo quer um novo desafio. Se a empresa não souber lidar com essa avidez por novidades, corre um grande risco de perder um ótimo talento. Isso porque esses jovens ficam à disposição do mercado quando estão insatisfeitos no trabalho", explica Tabatha, completando que os jovens procuram por ambientes de trabalho receptivos, pois costumam priorizar a qualidade de vida ao definir seus objetivos profissionais.
Uma das dificuldades que os chefes encontram ao se deparar com os nativos digitais é a capacidade que esse novo funcionário tem de realizar múltiplas tarefas ao mesmo tempo. "Os gestores de 42 a 60 anos tendem a ser muito egocêntricos e gostam de centralizar o trabalho. Não aceitam muito bem a multitarefa. Por isso, precisamos mostrar às companhias a importância em descentralizar as informações e disseminarem melhor o poder", diz.
Gestor não deve se sentir ameaçado
É natural que gestores e chefes sintam-se amedrontados com a presença de um subordinado dinâmico e bem informado. Segundo Tabatha, é comum ver profissionais experientes inseguros, receosos de perder seus empregos para os mais jovens. Por isso, eles se mostram fechados às mudanças.
"O jovem chega na empresa com sede de aprendizagem e cheio de novas ideias e novas propostas. Isso pode ser encarado como uma ameaça para o gestor. Cabe à empresa mostrar às chefias que o nativo digital não é uma ameaça, mas pode trazer uma potencialização para aquele determinado setor e da companhia como um todo", afirma a gerente de RH.
A consultora conta ainda que costuma orientar seus clientes a acompanharem de perto a produtividade dos funcionários mais jovens, observando como o rendimento aumenta conforme é dado a eles uma maior liberdade de ação. "Normalmente, os empresários visualizam os resultados e passam a aceitar as novas formas de trabalho".
Mas não basta ficar atento ao retorno dado pelo nativo digital em relação ao que já existe na empresa. É importante pensar em mudar a infraestrutura, oferecendo ainda mais estímulos aos funcionários.
"Se os empregados estão cada vez mais acostumados ao uso dos ambientes virtuais e das ferramentas colaborativas, por que não usá-los de forma efetiva, permitindo reduzir custos em reuniões e em cursos de formação? Se há trabalhadores já habituados ao uso de novos dispositivos móveis, não haveria a possibilidade de implantar soluções de mobilidade e de trabalho remoto?", questiona a consultora.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

O poderoso Twitter

Há algumas semanas aderi ao Twitter e estou impressionada com a interação promovida por essa ferramenta. Rapidamente ela se torna uma maneira bastante eficiente de receber informações de amigos, jornalistas, mídia em geral, políticos, artistas, humoristas. É a melhor maneira de saber em pouquíssimo tempo qual é o assunto mais comentado no mundo naquele momento. Ontem, por exemplo, o assunto em questão era o garoto que supostamente estava em um balão no Colorado. Hoje, a situação já é outra...
Para quem ainda não sacou a importância do Twitter ou como eu ainda está aprendendo, vale a pena ver uma excelente reportagem publicada no site do Observatório da Imprensa: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=559ENO001
Agora deixa eu dar uma tuitada ali.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

On twitter

Bom, resolvi ver se vou gostar dessa nova ferramenta. Agora estou no Twitter. Quem quiser dar uma olhada: twitter.com/cinthyasamsa. Não sei se as postagens serão interessantes (assim como não sei se são essas presentes neste blog), mas o que importa mesmo é a diversão, não é?

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Sermão da higiene íntima

Para os defensores do bidê, o discurso do dr. Jajá: "Esguichinho bom"...
http://www.youtube.com/watch?v=RVMxe_QQ3Fc&feature=player_embedded

Muito bom, vale a pena demais ver.

sábado, 15 de agosto de 2009

Tecnologia chega ao Paquistão

Veja como um estudante do Paquistão resolveu um problema com portas automáticas:
http://www.youtube.com/watch?v=w60Sxop5I38&feature=player_embedded

domingo, 19 de julho de 2009

Faz-me rir!

Adoro gargalhar. E isso aconteceu esta semana ao ouvir essa gravação superultramega-hilária. Já sou fãzaça da Anabela:

http://www.youtube.com/watch?v=hIrRNFa8OiA

terça-feira, 16 de junho de 2009

Ingreis

Olha, eu posso até não ter um inglês afinadinho, mas CERTAMENTE é melhor do que o do Joel Santana, hoje treinador da África do Sul.

http://www.youtube.com/watch?v=TAeYfTsDzMo&eurl=http%3A%2F%2Fkibeloco%2Ecom%2Ebr%2Fkibeloco%2F&feature=player_embedded

quinta-feira, 11 de junho de 2009

A inclusão digital

Reflexo da educação brasileira

domingo, 7 de junho de 2009

Iêiêiêiê... iêiêiêiê... (parte 2)

No Hoje em Dia, percebi que são pouquíssimos os jornalistas familiarizados com o entretenimento oferecido pela internet. OK, há uns três ou quatro anos eu também nem ligava tanto para a diversão virtual. Mas depois que você passa a ter ótimos momentos de gargalhadas, o Youtube ganha quase a mesma importância do que televisão e outros veículos de massa.
Para a minha mãe e outros que ainda estão dando seus primeiros passos no delicioso ciberuniverso, algumas dicas de clássicos imperdíveis. Afinal, em qualquer situação ou assunto, os clássicos não podem ser ignorados.

Jeremias ("foi o cão que botou pra nóis bebê"): http://www.youtube.com/watch?v=87xcp4FeQSI

Funk do Jeremias ("seu eu pudesse eu matava mil, mil, mil"): http://www.youtube.com/watch?v=eV5Wx-XG7JU

Ruth Lemos (Sanduíche-ichi): http://www.youtube.com/watch?v=mEoRhm8DkF4

Sônia (Lábio, lábio, lábio): http://www.youtube.com/watch?v=ch1W_1i6ebs&feature=fvsr

Truco Valendo o Toba (não sabia jogar e se f**): http://www.youtube.com/watch?v=yVKk5AmbI0E

Beber, cair e levantar (bêbado tem anjo forte): http://www.youtube.com/watch?v=mJeNKo7ziCU&feature=related

A menina do bambu ("boca suja!"): http://www.youtube.com/watch?v=2AUWGeNHaog

Solange, a gaga de Ilhéus (cócócócó): http://www.youtube.com/watch?v=xJIH7SaFBwI&feature=fvsr

Tapa na pantera (nem gosto tanto, mas é clássico): http://www.youtube.com/watch?v=6rMloiFmSbw

Árveres somos nozes (veja o nervosismo do professor): http://www.youtube.com/watch?v=JqIeVYIUKxk&feature=related

Não dói nada (pérola belo-horizontina): http://www.youtube.com/watch?v=oyVen8blQxQ&feature=related

Comeu e não pagou ("5 real de caridade"): http://www.youtube.com/watch?v=T1pfoniMlHs

E aí, povo antenado? Esqueci de algum clássico?

Iêiêiêiê... iêiêiêiê...


Adoro o vídeo do Jeremias. Dos clássicos do Youtube, talvez seja o meu preferido. Mas eu não sabia que "iêiêiêiê, sem você não viverei" se tratava de uma música real. Pra mim, o bêbado-celebridade estava inventando um verso.
Minha amiga Marcinha, que compartilha comigo tanto o gosto por bobagens do ciberespaço quanto a cultura brega, me contou esta semana algo que adorei: Jeremias canta "Te Amo, Que Mais Posso Dizer", de Ovelha. E não é que esta música está no bigarquivo de bregas que baixei da internet? Um musicão! Isso aí, Jeremias! Você gosta da legítima coisa brega!
Em sua homenagem, segue a letra da única canção de Ovelha que as pessoas normais conhecem:
Uou Uou Iei Iei
Sem você não viverei
Volte logo não suporto Uoo
Essa distância de vocêUou Uou Iei Iei
Sem você não viverei
Todo o amor deste mundo Uoo
Pra você eu entreguei
Por isso peço que escreva Aaaaa
Uma carta por favor
Meu coração esta pedindo
Volte logo meu amorUou Uou Iei Iei
Sem você naum viverei
Todo o amor deste mundo Uoo

segunda-feira, 1 de junho de 2009

A arte de estacionar

E eu achando que era uma péssima motorista... Tem gente bem pior...

http://www.youtube.com/watch?v=NIXYtYHA958&eurl=http%3A%2F%2Fkibeloco%2Ecom%2Ebr%2Fkibeloco%2F&feature=player_embedded

Tô chorando compulsivamente! Muito engraçado!

domingo, 31 de maio de 2009

Para quem não tem o que fazer

Estou no meio de um tedioso plantão no Hoje em Dia. Não posso ir para casa, porque pode acontecer algo, aí fico à toa por aí. Mas há poucos minutos, fui apresentada por uma colega a um site divertidíssimo: Akinator, o Gênio da Internet.
Para quem não conhece, recomendo. Viciante! Você pensa em uma personalidade e vai respondendo às perguntas que ele te faz sobre essa pessoa. E o site quase sempre acerta! Ele só errou quando parti para personalidades menos conhecidas. "Coisa do demo..." foi a conclusão a qual chegamos aqui na redação... Incrível ver até onde vai a criatividade apresentada por pequenos gênios na internet!
Mas cuidado com a supervisão do chefe. Vai que você e todos seus colegas viciam no negócio e deixam de trabalhar?

Nostalgia da infância brega


Estou me deliciando neste momento com o download gigante que fiz de músicas bregas e rocks dos anos 80. A maternidade me trouxe uma nostalgia muito grande da infância, do quanto eu gostava de Xuxa, Paquitas, Dominó e Polegar, do quanto eu adorava as músicas bregas que desfilavam nos programas do Silvio Santsos - a minha admiração pela música brega não é segredo para ninguém. Mil vezes o Wando do que um Jota Quest.
Rosana, Yahoo, Ritchie, Luan e Vanessa, Biafra... tô adorando!

sábado, 16 de maio de 2009

Twitter: fenômeno

Uma matéria minha, publicada ontem no HD, andou bombando entre Twitters de belo-horizontinos. Quando o link foi colocado no miniblog do GuiaBH, em 20 minutos houve101 cliques na matéria. E o negócio se espalhou por Twitters de outras pessoas, inclusive da minha amiga Camila - que me avisou: sua matéria tá bombando.
Fico impressionada com a velocidade com que uma notícia corre pela internet. Esse é um acontecimento que não pode ser desconsiderado por comunicadores. Acho que vou aderir ao Twitter agora que estou enxergando utilidade nele...


Clique que vai além da banalidade
Cinthya Oliveira
Especial para o HOJE EM DIA
O Twitter é a nova febre da Internet. Este miniblog, onde o usuário escreve textos de no máximo 140 caracteres, tem agregado adeptos e mais adeptos brasileiros nos últimos anos. Com seu sucesso, surgiu um desafio aos publicitários: como utilizar essa nova ferramenta digital a favor de seus clientes?
O assunto já é pauta para os planejamentos estratégicos desenvolvidos atualmente pela BHTec, agência especializada em mídia digital. De acordo com o diretor Comercial Márcio Augusto Miranda, alguns dos clientes da empresa já possuem seus canais de comunicação via Twitter. “Para o site GuiaBH, criamos um Twitter em que pontuamos algumas informações. Todos os dias, às 11h30, damos dicas de almoço. A pessoa clica no link e observa os detalhes do restaurante recomendado. Por enquanto, as dicas recebem 40 cliques por dia”, conta.
Essas dicas podem ser acompanhadas por qualquer pessoa no endereço twitter.com/guiabh, mas somente os seguidores do site podem interagir. Atualmente, o site possui mais de 2 mil seguidores.Outro cliente da agência para qual foi criado um canal no Twitter é o BH Shopping. “Nos dias que antecederam o Dia das Mães, nós dávamos dicas de presentes para as mamães”, diz Miranda. Segundo ele, a entrada de uma empresa no Twitter se tornou imprescindível depois que a Rede Globo aderiu à novidade. “Ela criou canais de Twitter para cada programa jornalístico da rede”, explica. Grandes corporações internacionais também utilizam o miniblog, como a Philips, a Dell e a Microsoft.
Uma alternativa que tem sido estudada pelas agências para essa ferramenta é o patrocínio de Twitter de famosos. Quem começou essa história foi a agência paulistana I Think, idealizadora do patrocínio da Telefonica presente no miniblog de Marcelo Tas (jornalista do programa “CQC”, da Band), que possui mais de 58 mil seguidores.Mas este assunto tem que ser estudado eticamente, segundo Miranda. “Tudo bem exibir a marca do patrocinador ao lado do miniblog. O que não pode é colocar postagens falsas, para agradar a empresa patrocinadora”.
De acordo com Alexandre Estanislau, sócio-diretor de Criação da Bolt Brasil Comunicação Digital, é preciso que as empresas percam o preconceito que ainda há sobre as mídias sociais (aquelas onde há redes sociais, como Orkut e Youtube). Afinal, esses sites representam muito mais do que puro entretenimento. “O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez uma transmissão da sua posse via X-Treme, uma ferramenta de veiculação de vídeo ao vivo”, comenta. Estanislau diz ainda que, nos Estados Unidos, o Twitter já ganhou funções múltiplas. “As empresas de segurança têm utilizado isso. Se a casa do cliente é arrombada, a empresa entra em contato por meio desse miniblog”, conta o publicitário, que é usuário da nova ferramenta. “Para mim, o Twitter tem sido de grande utilidade. Hoje pela manhã, recebi um recado por esse site de que a Avenida do Contorno estava totalmente parada. Podia haver um Twitter da BHTrans, onde pudessem ter recados sobre congestionamento”.Mas não basta ter boas ideias. É importante que os setores de comunicação das empresas estejam antenadas para a nova relação com clientes e usuários de seus produtos. “Antes a empresa anunciava seu produto como o melhor do mundo e cabia às pessoas acreditar naquilo ou não. Agora existem pessoas que falam mal de produtos na Internet em fóruns de discussão e sites de relacionamentos. A Web é hoje um boca-a-boca exponencial”, explica.
A solução para esse problema, segundo Estanislau, tem sido um monitoramento da mídia social na internet por parte das empresas. Hoje há profissionais especializados em navegar a internet para verificar a recepção de um produto ou uma marca e, a partir disso, criar novas estratégias.

domingo, 19 de abril de 2009

Todos amam o Youtube

Domingão. Você está sem grana até mesmo pra alugar um vídeo na locadora. Zapeia, zapeia, zapeia, e não aguenta mais ver pseudofamosos no Faustão, o mala do Neto dando pitaco num jogo da Band, ou os programas ecologicamente corretos da Rede Minas. O que fazer? Bom, se não está a fim de abrir um livro, a melhor pedida é correr pra Internet e passear pelo Youtube.
Eu sou daquelas que adoro uma palhaçada filmada. E adoro rever (várias e várias vezes) os clássicos: Jeremias, Ruth Lemos, Maísa, Silvio Santos... Tá certo que a minha internet é lenta, tenho que ter paciência para baixar cada vídeo. Mas normalmente vale a pena. Principalmente se foi feito pela turma do Sem Meias Palavras, um Aqui e Agora cômico de Caruaru. É incrível como os pernambucanos conseguem fazer um humor tosco que é, ao mesmo tempo, único.
Ah! E pra quem não conhece, recomendo o vídeo "Truco valendo o toba". Ri demais!

domingo, 1 de março de 2009

Humor e internet = dupla perfeita


Já percebeu como o humor se tornou um elemento mais presente em sua vida depois da chegada da internet? E-mails engraçados, às vezes, até cansam. Não vejo todos, somente os enviados por quem realmente sabe o que é engraçado - adoro os e-mails que o meu antigo amigo Marcelo Negão envia sempre. Leio e me divirto com todos.
Ah! Mas ainda temos os site engraçados. Dois deles dominam a minha preferência: Pérolas do Orkut (http://www.perolasdoorkut.com.br/) e Kibeo Loco (http://www.kibeloco.com.br/). Ambos são fundamentais para quem gosta de rolar de rir.
A imagem acima é uma prova do humor realizado no Kibe Loco. Eu fico com a letra d.